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Riscos da Semana


Turquia pede prisão de Netanyahu por caso de flotilha com brasileiros
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A Turquia emitiu à Interpol mandados de prisão contra Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, por ataques a navios de ajuda humanitária destinados a Gaza. O fato se desdobra em um cenário de desgaste das relações entre Turquia e Israel e em que o premiê israelense usa da retórica anti-Turquia para recuperar sua decadente popularidade no período pré-eleitoral → Com a proximidade das eleições nacionais em Israel, a expectativa é que Netany
há 14 horas


China desvincula crescimento ao petróleo e reduz dependência de combustíveis fósseis para planos de ação
RISCO PARA O BRASIL: ALTO → A China consolidou seu papel como potência no mercado petrolífero ao coordenar os preços dos barris através da diminuição de suas reservas, redirecionamento de compras para parceiros do BRICS (como Brasil e Rússia) e contenção de exportações para países da região Ásia-Pacífico. Diante do limite de seus estoques físicos, Pequim recorre à países do Oriente Médio para reverter objeções no Estreito de Ormuz. Paralelamente, a aceleração elétrica veicula
há 23 horas


Diálogo com ressalvas: como o Planalto lê a ligação de Trump e Lula às vésperas da eleição
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO/ALTO →A conversa telefônica entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o americano Donald Trump, em 21/08 marcou a retomada do diálogo após meses de crise nas relações dos dois países. Apesar disso, o governo vê o contato com cautela. Assessores do presidente Lula acreditam que a conversa foi positiva, mas estaria longe de significar uma "normalização" das relações entre EUA e Brasil deflagrada por sobretaxas americanas a produt
há 2 dias


China desvincula crescimento ao petróleo e reduz dependência de combustíveis fósseis para planos de ação
RISCO PARA O BRASIL: ALTO → A China consolidou seu papel como potência no mercado petrolífero ao coordenar os preços dos barris através da diminuição de suas reservas, redirecionamento de compras para parceiros do BRICS (como Brasil e Rússia) e contenção de exportações para países da região Ásia-Pacífico. Diante do limite de seus estoques físicos, Pequim recorre à países do Oriente Médio para reverter objeções no Estreito de Ormuz. Paralelamente, a aceleração elétrica veicula
há 4 dias


Trump cobra reciprocidade da Coreia do Sul e sinaliza aproximação com Kim Jong Un
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A redução dos exercícios militares com a Coreia do Sul mostra uma mudança na postura de Trump em relação à aliança com Seul. O presidente busca pressionar o governo sul-coreano por maior apoio às prioridades dos EUA, após a recusa em colaborar com a operação no Irã. Ao mesmo tempo, a medida reduz uma fonte de tensão com a Coreia do Norte e pode facilitar uma reaproximação com Kim Jong Un. Em contrapartida, o recuo nos treinamentos gera dúvidas sob
há 5 dias
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