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Riscos da Semana


EUA classificam PCC e CV como terroristas e ampliam tensão política, econômica e diplomática
RISCO PARA O BRASIL: ALTO → O governo Trump oficializou a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas estrangeiras. A decisão permite congelamento de bens sob jurisdição dos EUA, proíbe transações com pessoas ou empresas americanas e autoriza sanções contra indivíduos ou entidades que ofereçam apoio material, financeiro ou logístico às facções. O governo brasileiro rejeita a medida, argumentando que a legislação nacional distingue crime organizado de terrorismo
há 2 dias


Tarifas dos EUA, reação chinesa e avanço da Ucrânia na UE ampliam fragmentação geopolítica global
RISCO PARA O BRASIL: ALTO → A proposta dos Estados Unidos de impor novas tarifas a produtos brasileiros e chineses sob justificativas relacionadas ao trabalho forçado reforça a utilização de instrumentos comerciais como ferramentas de pressão política e geopolítica. A reação de Pequim indica que a disputa comercial sino-americana continua se expandindo para além de questões econômicas. → Paralelamente, a retirada do veto húngaro à adesão da Ucrânia à União Europeia fortalece
há 2 dias


Expansão nuclear chinesa fortalece capacidade de retaliação e amplia tensão com os EUA
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO-MÉDIO → A expansão nuclear chinesa fortalece a capacidade de dissuasão da China ao ampliar sua possibilidade de segundo ataque diante dos Estados Unidos. Estrategicamente, o país busca utilizar esse avanço para reduzir a margem de intervenção norte-americana em uma eventual crise envolvendo Taiwan. Em contrapartida, os Estados Unidos enfrentam maior dificuldade para sustentar estratégias de contra-força, enquanto a Rússia passa a compor um elemento
há 4 dias


Suspensão de acordo bilionário de armas entre Estados Unidos e Taiwan redefine equilíbrio estratégico no Indo-Pacífico
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A suspensão do acordo de US$14 bilhões com Taiwan fortalece a margem de manobra estratégica do governo Trump ao priorizar os estoques de defesa internos para o conflito com o Irã. Além disso, o Planalto americano busca utilizar a postergação tecnológica como uma ação crucial para futuras negociações bilaterais com Xi Jinping. Em contrapartida, a decisão obriga Washington a equilibrar a dissuasão militar no Estreito de Taiwan sem ultrapassar a "lin
há 4 dias
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