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Riscos da Semana


Vitória de Keiko Fujimori no Peru coloca a Direita como majoritária nos governos da América Latina
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO → A presidente eleita Keiko Fujimori prioriza o desenvolvimento econômico interno baseado no investimento privado ao promover a diminuição do emprego informal e ter como principal promessa a redução da dívida peruana para 1% até 2031. → A eleição de Keiko Fujimori demonstra o progresso da direita na política da américa latina e apresenta semelhanças à outros governos a medida que a presidente eleita sinaliza seguir a linha dura no combate à crimina
6 de jul.


Líderes da OTAN se reúnem com Trump para alinhar expectativas estratégicas
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A próxima cúpula da OTAN, em Ancara, ocorre em um momento de desgaste entre Estados Unidos e Europa. As tensões recentes envolvem a guerra na Ucrânia, a insatisfação americana com o apoio europeu no conflito com o Irã e as pressões de Trump sobre a Groenlândia. O encontro busca preservar a unidade da aliança e redefinir a divisão de responsabilidades militares entre Washington e os aliados europeus. → A Index prevê que Estados Unidos e Europa dev
6 de jul.


Declaração dos EUA de saída do USMCA inicia contagem decrescente e reconfigura comércio
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO →A notificação dos EUA de não extensão imediata do USMCA ativa a cláusula de caducidade do tratado, iniciando uma contagem decrescente de dez anos até sua potencial expiração em 2036. →A pressão americana para reforçar renegociações em setores críticos leva o Canadá e o México a reavaliarem a sua dependência de Washington, ponderando uma aproximação estratégica à Europa e Ásia. A instabilidade no bloco norte-americano abre uma janela de oportunidade
5 de jul.


Tensão entre Brasil e EUA ampliam a polarização digital e reposicionam a disputa presidencial brasileira de 2026
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO → O aumento das tensões entre Brasil e Estados Unidos transforma a política externa em um dos principais temas da campanha presidencial de 2026. Medidas defendidas pela administração Trump, como novas tarifas sobre produtos brasileiros, críticas ao PIX e a possibilidade de classificar o Comando Vermelho (CV) e o PCC como organizações terroristas, passaram a ocupar o centro do debate político nacional. A polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro mobi
2 de jul.
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