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Riscos da Semana


Crise migratória em território Espanhol gera tensões na UE
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Aproximadamente 50 mil imigrantes marroquinos e da África subsaariana invadiram a cidade de Ceuta, território espanhol no norte do continente africano, dentro de 24 horas. O episódio chamou a atenção de outros membros da União Europeia e levou à críticas sobre as políticas migratórias do governo de Pedro Sánchez. A motivação por trás do grande fluxo migratório permanece desconhecida. → O episódio tende a fortalecer partidos políticos de direit
4 de ago.


Atuação do STF amplia tensão com o TSE
RISCO PARA O BRASIL: ALTO → A decisão de Alexandre de Moraes de pedir explicações sobre o uso de um vídeo de Jair Bolsonaro produzido por inteligência artificial gerou incômodo entre integrantes do TSE. Ministros avaliam que possíveis irregularidades eleitorais devem ser analisadas pela Justiça Eleitoral, e não pelo STF. → A tensão entre STF e TSE é provável que transforme em disputas formais sobre os limites de atuação de cada corte durante as eleições. Partidos devem ampl
4 de ago.


Brasil e Argentina enfrentam pior crise diplomática em 40 anos
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO → Governo brasileiro avalia a crise diplomática entre Brasil e Argentina como a maior em 40 anos, se comparando apenas à crise que surgiu em 1973 durante a construção da usina hidrelétrica de Itaipu. → A tensão diplomática entre os países deve permanecer relevante nos próximos meses, enquanto o bloco econômico do Mercosul pode enfrentar dificuldades para se manter ativo com o atrito das duas maiores economias sul-americanas. A persistência das ten
2 de ago.


Acordo Nuclear EUA-Arábia Saudita
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO → A cooperação nuclear entre EUA e Arábia Saudita amplia o programa nuclear saudita ao prever apoio americano para fins oficialmente civis. Politicamente, Riade busca fortalecer sua posição diante do Irã e reduzir sua vulnerabilidade às ameaças regionais. Em contrapartida, a intenção de enriquecer urânio e a resistência a controles internacionais aumentam o risco de uso militar, de uma corrida nuclear no Oriente Médio e de novas pressões sobre o mer
31 de jul.


Estreito de Ormuz: possível acordo entre Omã e Irã em reação à política externa americana intervencionista
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Omã apresentou ao Irã uma proposta para criar um mecanismo regional de administração do Estreito de Ormuz. A iniciativa busca substituir a proposta iraniana de controle da hidrovia com cobrança obrigatória de tarifas. Paralelamente, Trump voltou a defender que os Estados Unidos cobrem uma taxa do valor das cargas que transitam pelo estreito, ampliando as divergências sobre o futuro regime de navegação da rota. → Omã deve manter os esforços por uma
30 de jul.
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