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Riscos da Semana


Crise migratória em território Espanhol gera tensões na UE
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Aproximadamente 50 mil imigrantes marroquinos e da África subsaariana invadiram a cidade de Ceuta, território espanhol no norte do continente africano, dentro de 24 horas. O episódio chamou a atenção de outros membros da União Europeia e levou à críticas sobre as políticas migratórias do governo de Pedro Sánchez. A motivação por trás do grande fluxo migratório permanece desconhecida. → O episódio tende a fortalecer partidos políticos de direit
há 1 dia


Estreito de Ormuz: possível acordo entre Omã e Irã em reação à política externa americana intervencionista
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Omã apresentou ao Irã uma proposta para criar um mecanismo regional de administração do Estreito de Ormuz. A iniciativa busca substituir a proposta iraniana de controle da hidrovia com cobrança obrigatória de tarifas. Paralelamente, Trump voltou a defender que os Estados Unidos cobrem uma taxa do valor das cargas que transitam pelo estreito, ampliando as divergências sobre o futuro regime de navegação da rota. → Omã deve manter os esforços por uma
há 6 dias


Ortega anuncia fim das eleições e consolida fechamento autoritário da Nicarágua
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O anúncio de Daniel Ortega de que a Nicarágua não realizará novas eleições representa uma ruptura definitiva com a alternância formal de poder no país. A decisão elimina, na prática, o pleito previsto para novembro de 2027 e consolida o controle exercido por Ortega e sua esposa, a copresidente Rosario Murillo, sobre as instituições políticas nicaraguenses. → No curto prazo, o governo deverá utilizar sua maioria no Congresso para transformar a decl
24 de jul.


Cúpula de Ankara reforça "europeização" da OTAN e expõe fragilidade do vínculo com os EUA
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO →A Cúpula de Ankara revelou uma OTAN em transição, na qual os países europeus e o Canadá estão assumindo mais responsabilidades pela sua própria defesa, à medida que os Estados Unidos reduzem seu envolvimento direto na Europa. Politicamente, o objetivo dos europeus era evitar qualquer confronto público com Trump e promover a imagem de uma aliança unida em tal cúpula, o que eles conseguiram parcialmente, apesar da permanência de tensões com Washingto
18 de jul.


Marine le Pen possui altas chances de concorrer para as eleições francesas de 2027
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Marine Le Pen segue com uma sólida base de apoio, fortalecida após a decisão do Tribunal de Apelação parisiense em reduzir a pena de inelegibilidade, o que implica em uma alta probabilidade de uma pré candidatura e aumento de popularidade. → O cenário favorável à líder direitista é intensificado pelo desgaste do governo de Emmanuel Macron, fragmentando a oposição e consolidando Le Pen como o principal nome viável para as eleições. Escrito por: Éri
14 de jul.


Hamas dissolve governo de Gaza para destravar plano de paz, mas impasse sobre desarmamento mantém conflito
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O Hamas anunciou a dissolução de seu governo de facto na Faixa de Gaza e aceitou transferir a administração civil para um comitê palestino de tecnocratas previsto no plano de paz patrocinado pelos Estados Unidos. Apesar do gesto político, Israel rejeitou a iniciativa por considerar que o grupo continua armado e mantém influência sobre o território. O avanço das negociações permanece condicionado ao desarmamento do Hamas e à retirada gradual das fo
14 de jul.


Líderes da OTAN se reúnem com Trump para alinhar expectativas estratégicas
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A próxima cúpula da OTAN, em Ancara, ocorre em um momento de desgaste entre Estados Unidos e Europa. As tensões recentes envolvem a guerra na Ucrânia, a insatisfação americana com o apoio europeu no conflito com o Irã e as pressões de Trump sobre a Groenlândia. O encontro busca preservar a unidade da aliança e redefinir a divisão de responsabilidades militares entre Washington e os aliados europeus. → A Index prevê que Estados Unidos e Europa dev
6 de jul.


Declaração dos EUA de saída do USMCA inicia contagem decrescente e reconfigura comércio
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO →A notificação dos EUA de não extensão imediata do USMCA ativa a cláusula de caducidade do tratado, iniciando uma contagem decrescente de dez anos até sua potencial expiração em 2036. →A pressão americana para reforçar renegociações em setores críticos leva o Canadá e o México a reavaliarem a sua dependência de Washington, ponderando uma aproximação estratégica à Europa e Ásia. A instabilidade no bloco norte-americano abre uma janela de oportunidade
5 de jul.


Substituição do primeiro-ministro britânico por meio da troca de liderança no partido trabalhista
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O Reino Unido vive uma crise política interna no partido governista, o que levou à renúncia do primeiro-ministro Keir Starmer e abre possibilidades para novos candidatos além do favorito, Andy Burnham. → A crise intrapartidária reflete negativamente nos eleitores e os leva à busca por partidos alternativos, alimentando o crescimento do Reform UK e do Green Party. Paralelamente, o contexto gera um ambiente de incerteza política e afeta a economia b
23 de jun.


Suspensão de acordo bilionário de armas entre Estados Unidos e Taiwan redefine equilíbrio estratégico no Indo-Pacífico
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A suspensão do acordo de US$14 bilhões com Taiwan fortalece a margem de manobra estratégica do governo Trump ao priorizar os estoques de defesa internos para o conflito com o Irã. Além disso, o Planalto americano busca utilizar a postergação tecnológica como uma ação crucial para futuras negociações bilaterais com Xi Jinping. Em contrapartida, a decisão obriga Washington a equilibrar a dissuasão militar no Estreito de Taiwan sem ultrapassar a "lin
5 de jun.


Derrota de Orbán na Hungria marca inflexão institucional e reconfigura alinhamentos na Europa
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
18 de abr.


Expectativa de transição em Cuba intensifica disputa por liderança no exílio e eleva incerteza política
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A percepção de que Cuba pode entrar em um processo de transição política tem mobilizado atores do exílio, que disputam protagonismo em um cenário pós-regime. O movimento ocorre em meio à crise econômica e energética e a sinais de negociação internacional. Apesar disso, há forte incerteza sobre o formato e a legitimidade de uma eventual mudança política. → “El Cangrejo”, neto de Raúl Castro, é o nome mais indicado para um período de transição em Cu
11 de abr.


Ofensivas de entrega e disputa eleitoral: As apostas de Lula para as eleições de 2026
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O governo enfrenta um descompasso entre indicadores econômicos positivos e a queda de popularidade, marcada pela alta rejeição pessoal de Lula e o avanço de Flávio Bolsonaro. Para reverter esse cenário, a gestão aposta na Tarifa Zero e na inauguração de 100 obras de educação como vitrines de eficiência administrativa. O foco estratégico é o Sudeste, região de eleitorado numeroso e indefinido que será o fiel da balança em uma disputa decidida por
4 de abr.


Reformulação da defesa polonesa sinaliza transição para a autossuficiência e reduz dependência de Washington
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A Polônia reafirma lealdade aos EUA e à OTAN, mas adota postura mais pragmática diante das incertezas sobre o compromisso americano com a defesa europeia. Paralelamente, aprovou acesso a bilhões no programa SAFE da UE para modernizar suas Forças Armadas. Assim, Varsóvia busca equilibrar EUA e União Europeia, diversificando alianças sem romper com Washington, mas enfrentando maior complexidade estratégica. → A Polônia deverá liderar um bloco de def
9 de mar.


Reorientação Diplomática de Trump e Expansão de Acordos com Potências Médias
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
16 de fev.


Vitória parlamentar de Takaichi reforça aproximação com os EUA e a agenda nacionalista japonesa
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A maioria parlamentar de Sanae Takaichi fortalece a estabilidade interna do Japão e consolida a aliança com os EUA, ampliando a cooperação em defesa, comércio e cadeias estratégicas. Internamente, a vitória reflete apoio popular a uma agenda nacionalista e de fortalecimento militar, sinalizando polarização social e alinhamento estratégico diante da crescente influência chinesa. → É altamente provável que o alinhamento do Japão com os EUA pressione
16 de fev.


Agenda ambiental amplia prêmio de risco e redefine competitividade empresarial
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
9 de fev.


Relações Comerciais entre China e Reino Unido se intensificam após período com baixa interação
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Reino Unido estabelece novo acordo comercial com China como forma de diversificar risco e garantir maior estabilidade para o país. A China aproveita a tensão entre Estados Unidos e parceiros diplomáticos para adentrar a economia ocidental. Probabilidade de conflito econômico e diplomático entre China e Estados Unidos aumenta novamente. → A China buscará estabelecer novos laços com países da Europa e América. Donald Trump provavelmente reforçará cr
9 de fev.




A aproximação UE–Índia e seus limites como alternativa à ordem comercial liderada pelos EUA
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
2 de fev.
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