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Riscos da Semana


Reformulação da defesa polonesa sinaliza transição para a autossuficiência e reduz dependência de Washington
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A Polônia reafirma lealdade aos EUA e à OTAN, mas adota postura mais pragmática diante das incertezas sobre o compromisso americano com a defesa europeia. Paralelamente, aprovou acesso a bilhões no programa SAFE da UE para modernizar suas Forças Armadas. Assim, Varsóvia busca equilibrar EUA e União Europeia, diversificando alianças sem romper com Washington, mas enfrentando maior complexidade estratégica. → A Polônia deverá liderar um bloco de def
9 de mar.


Reorientação Diplomática de Trump e Expansão de Acordos com Potências Médias
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
16 de fev.


Vitória parlamentar de Takaichi reforça aproximação com os EUA e a agenda nacionalista japonesa
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A maioria parlamentar de Sanae Takaichi fortalece a estabilidade interna do Japão e consolida a aliança com os EUA, ampliando a cooperação em defesa, comércio e cadeias estratégicas. Internamente, a vitória reflete apoio popular a uma agenda nacionalista e de fortalecimento militar, sinalizando polarização social e alinhamento estratégico diante da crescente influência chinesa. → É altamente provável que o alinhamento do Japão com os EUA pressione
16 de fev.


Agenda ambiental amplia prêmio de risco e redefine competitividade empresarial
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
9 de fev.


Relações Comerciais entre China e Reino Unido se intensificam após período com baixa interação
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Reino Unido estabelece novo acordo comercial com China como forma de diversificar risco e garantir maior estabilidade para o país. A China aproveita a tensão entre Estados Unidos e parceiros diplomáticos para adentrar a economia ocidental. Probabilidade de conflito econômico e diplomático entre China e Estados Unidos aumenta novamente. → A China buscará estabelecer novos laços com países da Europa e América. Donald Trump provavelmente reforçará cr
9 de fev.




A aproximação UE–Índia e seus limites como alternativa à ordem comercial liderada pelos EUA
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
2 de fev.


Tarifas, Groenlândia e a Erosão da Credibilidade da OTAN
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Trump usa tarifas como instrumento de coerção para forçar aliados europeus a aceitarem a venda da Groenlândia, mesmo ameaçando relações comerciais e a coesão da OTAN. Dinamarca e Groenlândia mantém rejeição firme, apoiadas por mobilização popular e pelo princípio da autodeterminação, criando um impasse. → Trump tende a intensificar a pressão pela Groenlândia, deteriorando relações com aliados e ampliando tensões dentro da OTAN. Isso sinaliza que
26 de jan.


Tarifa adicional de 55% da China restringe o acesso da carne bovina brasileira ao mercado chinês
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A China ativou cotas tarifárias para limitar a entrada de carne bovina e proteger seus produtores, aplicando sobretaxa sobre volumes excedentes. O Brasil, principal exportador, deve ajustar sua estratégia para manter o acesso ao mercado chinês, inclusive aproveitando cotas ociosas de outros países. → As cotas devem levar exportadores brasileiros a antecipar embarques para evitar a sobretaxa, elevando custos logísticos no curto prazo. Paralelamente
12 de jan.


Atualizações: Acordo de paz entre Ruanda e República Democrática do Congo
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
15 de dez. de 2025


Relações comerciais fragilizadas entre EUA e Canadá
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O comercial crítico do governo de Ontário sobre as tarifas de Trump levou a um aumento tarifário de 10% e à interrupção de transações comerciais. Em resposta, Mark Carney busca diversificar o comércio internacional para reduzir a dependência econômica dos EUA. A estabilidade comercial da região enfrenta uma ameaça com a revisão do USMCA em 2026. → O Canadá continuará buscando novos acordos comerciais para mitigar o impacto das tarifas e a tensão p
8 de dez. de 2025


Rússia aguarda decisões de Trump e Zelensky, mas impasses territoriais e Europa limitam um acordo de paz
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
1 de dez. de 2025


Situação da política doméstica israelense no pós-cessar fogo
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → Apesar dos esforços na Faixa de Gaza para o resgate de reféns israelenses e do aumento da popularidade de Netanyahu, sua governabilidade está comprometida uma vez que sua coalizão e parte da opinião pública desaprovam a atuação insuficiente em derrotar o Hamas. O primeiro-ministro israelense, após se envolver em escândalos de corrupção, tem sua reeleição ameaçada caso seja condenado. → Em prol de sua popularidade, Netanyahu deve continuar os esfo
1 de dez. de 2025


Kast e Jara disputarão o segundo turno presidencial enquanto o Congresso chileno se polariza
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O segundo turno presidencial terá candidatos com ideias e propostas opostas. Jeanette Jara, do Partido Comunista, pretende impulsionar a economia de forma intervencionista e diminuir a criminalidade. Enquanto José Antonio Kast, do Partido Republicano, prioriza fechar as fronteiras do país para imigrantes venezuelanos e endurecer penas contra o crime. → Kast tem mais chances de vencer, o que mudará a dinâmica chilena em relação à economia e polí
25 de nov. de 2025


Tarifas e paralisação do governo derrubam popularidade de Trump
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
10 de nov. de 2025


Atualizações: Cessar-fogo Camboja e Tailândia
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
3 de nov. de 2025


Atualizações: Cessar-fogo Paquistão e Afeganistão
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
27 de out. de 2025


Acordo EUA–Austrália reforça estratégia de contenção à China
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
27 de out. de 2025


Merz enfrenta resistência interna e impasse ameaça agenda de reformas na Alemanha
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO
27 de out. de 2025


Sanae Takaichi: possível futura primeira-ministra do Japão
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → A vitória de Sanae Takaichi pela liderança do Partido Liberal Democrata (PLD) possivelmente a colocará como primeira-ministra do Japão. Sua eleição, impulsionada por uma proposta de política fiscal expansionista, gerou otimismo no mercado de ações (Nikkei) e causou a desvalorização do iene em vista de mais gastos e menos aperto monetário. → A ausência de maioria parlamentar tende a limitar a capacidade de Takaichi em implementar reformas estrutura
13 de out. de 2025
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