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Riscos da Semana


Irã ataca a Síria pela primeira vez desde o começo da guerra contra os Estados Unidos
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO-BAIXO → O Irã realizou ataques contra bases americanas vazias no leste da Síria, que havia declarado neutralidade a menos que fosse atacada. Também, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o país tem total controle sobre o Estreito de Ormuz e que não permitirá a passagem de petróleo ou gás enquanto ataques estadunidenses continuarem. → A continuidade e expansão do conflito no Oriente Médio agrava a crise energética mundial, especialmente ao consi
21 de jul.


Novas tarifas de Trump abrem frente para novas negociações e desgastam pré-campanha de Flávio Bolsonaro
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO-ALTO → Os Estados Unidos anunciam novas tarifas de 25% sobre as importações brasileiras. O governo americano afirma que o Brasil vem realizando práticas injustas em relação à competitividade do comércio de seu país, por meio da regulamentação restritiva às Big Techs, por exemplo. O presidente Lula confirmou, em resposta, que existe a possibilidade da implementação da Lei de Reciprocidade em retaliação às medidas de Trump. → As taxações têm grande i
20 de jul.


Cúpula de Ankara reforça "europeização" da OTAN e expõe fragilidade do vínculo com os EUA
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO →A Cúpula de Ankara revelou uma OTAN em transição, na qual os países europeus e o Canadá estão assumindo mais responsabilidades pela sua própria defesa, à medida que os Estados Unidos reduzem seu envolvimento direto na Europa. Politicamente, o objetivo dos europeus era evitar qualquer confronto público com Trump e promover a imagem de uma aliança unida em tal cúpula, o que eles conseguiram parcialmente, apesar da permanência de tensões com Washingto
18 de jul.


Donald Trump se torna o “Guardião do Estreito de Ormuz”, e cobra pedágio de 20% sobre a carga transportada
RISCO PARA O BRASIL: MÉDIO-BAIXO → Com o desgaste da figura de Donald Trump no cenário nacional, um cessar-fogo estável a longo prazo é, apesar de desejável, pouco provável. Ao controlar o Estreito de Ormuz, Trump visa restabelecer a economia global e mudar a opinião pública estadunidense a seu favor. Diante das incertezas acerca da segurança e estabilidade do Estreito de Ormuz, o conflito continuará impactando os preços na economia global. → É provável que a imagem de Donal
16 de jul.


Hamas dissolve governo de Gaza para destravar plano de paz, mas impasse sobre desarmamento mantém conflito
RISCO PARA O BRASIL: BAIXO → O Hamas anunciou a dissolução de seu governo de facto na Faixa de Gaza e aceitou transferir a administração civil para um comitê palestino de tecnocratas previsto no plano de paz patrocinado pelos Estados Unidos. Apesar do gesto político, Israel rejeitou a iniciativa por considerar que o grupo continua armado e mantém influência sobre o território. O avanço das negociações permanece condicionado ao desarmamento do Hamas e à retirada gradual das fo
14 de jul.
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